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Fármacos só poderão ser prescritos por médicos especialistas em reumatologia e medicina interna

Os medicamentos para as artrites reumatoide, idiopática juvenil, psoriática e as espondiloartrites passam a ser gratuitos para os doentes, uma vez que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) vai comparticipá-los a 100%, segundo uma portaria publicada hoje.

O diploma, publicado em Diário da República, refere que estes fármacos, que beneficiavam de uma comparticipação de 69%, passam a ter um regime excepcional de comparticipação específico para os fármacos modificadores da doença reumática. 

Na origem desta medida está a morbilidade que estas doenças provocam, assim como as repercussões pessoais e socioeconómicas nos doentes, uma vez que "são doenças de sintomatologia em muitos casos incapacitante e fortemente penalizadora da qualidade de vida dos doentes".

Estes fármacos só poderão ser prescritos por médicos especialistas em reumatologia e medicina interna e podem ser adquiridos na farmácia comunitária.

A medida entra em vigor em Maio.

 

Os pólenes provocam na Primavera reações alérgicas em muitas pessoas                 

Os pólenes em suspensão no ar vão estar em níveis muito elevados nos próximos dias em todas as regiões de Portugal continental, informou hoje a Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC).

No boletim polínico hoje divulgado, a SPAIC prevê que, entre os dias 31 de Março e 06 de Abril, os pólenes de árvores como o pinheiro, plátano, azinheira ou carvalhos, e das ervas urtiga, azeda e gramíneas, vão estar em níveis muito elevados. 

Nos arquipélagos dos Açores e da Madeira os níveis vão estar moderados e baixos, respectivamente. 

Os pólenes das ervas e das árvores provocam na Primavera reações alérgicas em muitas pessoas, caracterizadas normalmente por espirros, comichões ou falta de ar. Em algumas pessoas podem provocar rinite, conjuntivite ou asma.

 

Sessão subordinada ao tema "Prevenção e Controlo da Infeção”                                      

A Unidade de Cuidados Continuados Integrados Dr. Egas Moniz-Avanca organiza as II Jornadas Dr. Egas Moniz, subordinadas ao tema: "Prevenção e Controlo da Infeção”.

O evento terá lugar no dia 26 de Maio de 2017 e o local escolhido para o efeito é a Quinta da Aldeia d’Avanca.

Estas II Jornadas terão como destinatários os profissionais de saúde, assistentes operacionais e estudantes da área da Saúde.

Os contactos podem ser feitos através de: 

Geral: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Secretariado: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Inscrições: www.centro-avanca.com/inscricaojornada

Telefone para informações:. Enf. João Tavares – 937 897 068

 

Investigadores desaconselham administração a doentes com condições cardíacas diagnosticadas

O ibuprofeno e o diclofenac são duas conhecidas substâncias activas em alguns dos mais comuns medicamentos contra as dores e anti-inflamatórios, mas o consumo excessivo pode provocar paragens cardíacas.

Trifene e Brufen, por exemplo, são dois medicamentos bem conhecidos dos portugueses e ambos contêm ibuprofeno, cujo consumo exagerado pode aumentar o risco de paragem cardíaca até 31%, segundo um estudo conduzido pelo Hospital Universitário de Gentofte, em Copenhaga, na Dinamarca. 

Os investigadores chegam mesmo a aconselhar que se reduza o consumo dos medicamentos que contenham este princípio activo, e que eles não sejam administrados a pacientes com condições cardíacas previamente diagnosticadas. 

Mais perigoso ainda é o diclofenac, uma molécula pertencente ao grupo dos anti-inflamatórios não esteroides (NSAIDs) com acentuadas ações anti-inflamatórias, anti-reumáticas, analgésica e antipiréticas e que, segundo os investigadores, pode aumentar o risco de paragem cardíaca.

“Permitir que estes medicamentos sejam comprados sem receita médica, envia uma mensagem errada às pessoas, que assim acham que são seguros mas este estudo são um alerta forte para nos lembrarmos que os NSAID não são inofensivos”, disse Gunnar H. Gislason, professor de cardiologia do hospital que conduziu o estudo.

Para estabelecerem a ligação entre os potenciais perigos para o coração e o consumo destas drogas, os investigadores recolheram informação sobre todos os ataques cardíacos na Dinamarca, que aconteceram fora dos hospitais, entre 2001 e 2010, que estão no Registo Nacional de Paragens Cardíacas. 

Logo depois, compilaram também todas as receitas levantadas das farmácias dinamarquesas para este tipo de medicamentos desde 1995. Foram analisados quase 29 mil casos e, destes, quase 3.400 tinham sido tratados com as drogas em questão.

 

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