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A entrega formal das bicicletas foi feita na passada quinta-feira, dia 13 de Abril            

O Município da Murtosa e o Agrupamento de Escolas da Murtosa assinaram um protocolo de colaboração, ao abrigo do qual a Autarquia cede, graciosamente, 22 bicicletas que serão distribuídas por todos os estabelecimentos de ensino público da Murtosa para serem disponibilizadas aos professores e auxiliares, nas suas deslocações das escolas para as centralidades urbanas.

A entrega formal das bicicletas foi feita na passada quinta-feira, dia 13 de Abril, pelo Presidente da Câmara Municipal, Joaquim Baptista, ao Diretor do Agrupamento, Manuel Arcêncio da Silva, em acto que decorreu na Escola Padre António Morais da Fonseca.

A iniciativa, implementada no âmbito da estratégia preconizada pelo projecto “Murtosa Ciclável”, pretende promover a utilização da bicicleta por parte dos docentes e auxiliares das escolas, à semelhança do que já acontece, de forma frequente, com os alunos, motivando toda a comunidade educativa para a adopção dos modos suaves de locomoção nas deslocações curtas, em detrimento do uso do automóvel. 

O Agrupamento de Escolas ficará responsável pela gestão das bicicletas, incluindo a sua manutenção.

Recorde-se que já em 2011 o Município havia assinado um protocolo de cedência com o Agrupamento de Escolas da Murtosa, disponibilizando uma dezena de bicicletas aos docentes e auxiliares da Escola Padre António Morais da Fonseca. 

O sucesso da iniciativa levou a que o Município tomasse a decisão de a alargar à totalidade dos estabelecimentos de ensino público do Concelho.

 

Parceria poderá englobar projectos de investigação conjunta na área da "economia azul"     

O Ministério das Pescas de Angola está a estudar a possibilidade de estabelecer uma parceria científica com a Universidade de Aveiro, de Portugal, prevendo nomeadamente projectos de investigação conjunta na área da "economia azul".

A informação foi prestada hoje, em Luanda, pela ministra das Pescas de Angola, Victória de Barros Neto, no início de um seminário de três dias sobre a economia do mar, numa parceria com aquela universidade portuguesa. 

Angola tem uma linha de costa de 1.650 quilómetros e uma Zona Económica Exclusiva de 330.000 quilómetros quadrados, mas a economia do mar representa apenas cerca de 3% do Produto Interno Bruto do país, daí a importância atribuída pela governante angolana à parceria a estabelecer com a Universidade de Aveiro.

"Fazer com que a economia azul se faça de forma coordenada, integrada e sustentável. E aí pensamos que a Universidade de Aveiro tem um papel a desenvolver, pelas suas especialidades e competências no domínio do mar", destacou Victória de Barros Neto, em declarações aos jornalistas à margem do seminário.

Acrescentou que essa cooperação poderá passar por "projectos de investigação conjunta, a exemplo do que acontece noutros países", por parte da Universidade de Aveiro, como é o caso em Moçambique.

Para o pró-reitor da Universidade de Aveiro, Osvaldo Pacheco a instituição está disponível, no âmbito desta "parceria estratégica das duas partes", para dar formação a quadros do Ministério das Pescas e prestar apoio científico em "problemas concretos".

Acrescentou que aquela instituição conta com 50 estudantes de nacionalidade angolana, além de ter em funcionamento uma academia com a petrolífera Sonangol e manter uma parceria com Instituto Superior Politécnico de Benguela.

O interesse angolano passa ainda pela possibilidade de a universidade portuguesa assegurar "novas valências" na primeira instituição de ensino superior em Angola dedicada exclusivamente às pescas e ciências do mar. A Academia de Pescas e Ciências do Mar do Namibe, no sul de Angola, recebe na cidade de Moçâmedes, a partir de 02 de Maio, os primeiros 540 alunos.

"Queremos aumentar o nosso conhecimento sobre o mar em Angola, fazer com o mar seja uma oportunidade, apesar dos riscos que também apresenta", destacou a governante angolana, sublinhando a necessidade de encarar as actividades da economia azul como um "motor para o desenvolvimento".

Pesca, aquicultura e produção de bivalves são áreas de interesse de Angola no desenvolvimento da economia do mar, de acordo com a ministra das Pescas.

 

O evento é uma organização conjunta do Agrupamento de Escolas de Estarreja e da Câmara Municipal

Respostas às perguntas “o que vou fazer depois do secundário?”, “quais as minhas opções?”  ou “devo ir para a universidade?”, bem assim como para demais dúvidas neste âmbito, vão ao encontro dos alunos podem estar na Feira da Juventude que terá lugar nos dias 3 e 4 de Abril, na Escola Secundária de Estarreja.

Palco de vocações e orientação, a Feira da Juventude, Formação e Proteção Civil de Estarreja está de regresso para ajudar os jovens a encontrar respostas para o seu futuro. 

Os estudantes vão ter, mais uma vez, a oportunidade de explorar informação sobre carreiras, oferta formativa, emprego, saídas escolares e profissionais, empreendedorismo e mercado de trabalho, ajudando-os a tomarem decisões mais informadas. 

Feira de informação de apoio, o evento promovendo workshops de desenvolvimento pessoal, social e profissional. 

O evento é uma organização conjunta do Agrupamento de Escolas de Estarreja e da Câmara Municipal, dirigida à população escolar, em especial dos estudantes do 3º ciclo e ensino secundário.

Pelo sexto ano consecutivo, o certame chama a si a Proteção Civil, sensibilizando para a importância do seu papel imprescindível e divulgando-a, de igual forma, como uma possível carreira a seguir. 

A Mostra de Meios da Proteção Civil decorrerá no espaço exterior da Secundária, estando a Feira a funcionar entre as 10h e as 17h.

3 e 4 de abril, Escola Secundária de Estarreja

Programa

Segunda-feira, 3 de abril

9h30 Sessão solene de abertura da Feira

(ao longo do dia)

Sessões/Workshops de apresentação da oferta formativa do Agrupamento

Mostra de Meios da Proteção Civil (Espaço exterior)

Mostra de instituições de ensino superior e de escolas profissionais

(manhã)

Sessões/Workshops do YORN INSPIRING FUTURE (para os alunos do 12º ano):

Sessão Acesso ao Ensino Superior

Através de uma linguagem simples e dinâmica, é explicado como funcionam as candidaturas, esclarecendo as dúvidas habituais sobre o processo de acesso ao ensino superior.

Sessão Ensino Superior (apresentações de 10minutos das ofertas formativas das instituições de ensino superior)

Os alunos podem assistir às apresentações das ofertas educativas das instituições de ensino superior de maior interesse.

Sessão Ensino no Estrangeiro

Informação sobre as opções para estudar no estrangeiro.

Workshop A Melhor Decisão é Tua (tomada de decisão)

São exercitados vários aspetos importantes, com base num modelo de tomada de decisão vocacional, para tomar a melhor decisão possível num mundo que exige flexibilidade e adaptação.

Workshop 365 Formas de Te fazeres à Vida! (empreendedorismo e proatividade)

O esforço, a consciência das capacidades, o pensamento "fora da caixa" e fazer o melhor possível são alavancas para o sucesso.

Workshop Como Sobreviver de Salto Alto e Gravata (mercado de trabalho)

Dicas práticas para começar já a pensar na preparação para o mundo do trabalho.

10h15 (Campo de Jogos) Demonstração de Equipa Cinotécnica da GNR

14h00 (Auditório) Seminário de Proteção Civil ESTARSEGURA 17 “Juntos para a Redução de Catástrofes”

21h30 Observação Astronómica

(se as condições meteorológicas não permitirem a sessão será adiada para o dia seguinte)

Terça-feira, 4

(ao longo do dia) 

Sessões/Workshops de apresentação da oferta formativa do agrupamento

10h15 Palestra Carreiras Militares (Exército e Marinha)

15h00 Palestra O mercado de Trabalho e as Oportunidades – Eu Sou Capaz (SEMA) 

17h00 Juventude e Cultura – momento musical (ESE)

 

Medidas de descentralização estiveram em debate em Coimbra                          

Os presidentes das associações nacionais de dirigentes escolares e diretores de agrupamentos e escolas públicas criticaram hoje a proposta de descentralização de competências para os municípios na área da Educação, que esteve em debate em Coimbra.

Na conferência sobre "Modelo de Descentralização de Competências na Educação", Filinto Lima, da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), lamentou que o Governo não tivesse dado voz às escolas e que não houvesse  debate estrutural".

O dirigente considerou que é "uma asneira muito grande quando se mexe numa medida tão importante como esta e não dão voz às escolas, que não são só os diretores: são os professores, os alunos, funcionários e pais".

 

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