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Dado a conhecer o trabalho que foi desenvolvido ao longo do último ano                  

(Carla Correia-RVR) A autarquia deu a conhecer o trabalho que foi desenvolvido ao longo do último ano no âmbito deste projecto dedicado à integração social.

Inserido no programa nacional Escolhas, o ESTA INTEGRA E6G é direccionado à comunidade cigana e tem por missão promover a inclusão social de crianças e jovens de contextos socioeconómicos vulneráveis, visando a igualdade de oportunidades e o reforço da coesão social.

O projecto é promovido pela Câmara Municipal de Estarreja, cabendo a sua gestão ao Centro Paroquial e Social de Santa Marinha de Avanca.

Formam ainda o Consórcio o Agrupamento de Escolas de Estarreja, a Comissão de Crianças e Jovens de Estarreja, a CERCIESTA, a Associação de Solidariedade Estarrejense e a Junta de Freguesia de Avanca.

Este projecto inovador no território concelhio teve o seu arranque no dia 1 de Abril de 2016 e vai estar no terreno por mais dois anos.

Com uma vasta comunidade cigana no concelho de Estarreja, João Alegria, Vereador da ação social da autarquia, considera que nem sempre é fácil desenvolver um projecto deste género junto da etnia.

Contudo, sublinhou que aos poucos o ESTA INTEGRA tem vindo a obter resultados muito satisfatórios.

Pedro Barroso, o coordenador do ESTA INTEGRA, falou um pouco mais sobre  a dinâmica deste projecto que, passo a passo, vai alcançado bons resultados junto da etnia cigana.

No concelho de Estarreja existem 11 acampamentos ciganos com cerca de meio milhar de pessoas.

Com usos e costumes muito próprios e uma cultura extremamente fechada, nem sempre é fácil desenvolver um trabalho de inclusão.

Vera Albuquerque, representante do Agrupamento de Escolas de Estarreja, revelou como tem sido essa experiência.

A sessão de apresentação dos primeiros resultados do ESTA INTEGRA reuniu crianças de etnia cigana do 1º ciclo, familiares e público adulto que frequentam os Cursos de Educação e Formação – e entidades do concelho, dando a conhecer os resultados alcançados no seu primeiro ano de funcionamento e tendo ainda a participação activa dos intervenientes diretos em alguns momentos.

 

Estas acções enquadram-se nos procedimentos legais previstos para o efeito                

A Polícia Marítima do Comando-local de Aveiro, no âmbito das suas competências e no desenvolvimento da actividade de vigilância e fiscalização, realizou durante o primeiro trimestre de 2017, cerca de 200 acções de fiscalização na área portuária.

Estas accões de visita de entrada e saída a navios que praticaram o porto de Aveiro estão de acordo com as normas em vigor, cumprindo assim com os procedimentos previstos para o efeito, exercendo desta forma a Autoridade do Estado a bordo.

 Esta é uma das responsabilidades do Estado português perante os navios estrangeiros que visitam os portos nacionais.

Durante estas escalas e por razões de segurança, todos os navios designados como especiais ou aqueles cujas caraterísticas náuticas excedam os limites técnicos, durante o seu trânsito no interior do Porto de Aveiro são sujeitos a um acompanhamento pela Polícia Marítima.

Com o aumento do número de escalas de navios ao porto de Aveiro, a Polícia Marítima tem reforçado as acções de vigilância e policiamento de todo o espaço portuário. 

 

Intenção do governo "é escolher a data que reunir o maior consenso possível" entre os partidos

O primeiro-ministro recebe na segunda-feira e na quarta-feira, em São Bento, os partidos com representação parlamentar antes de marcar uma data para a realização das próximas eleições autárquicas, disse à agência Lusa fonte oficial do executivo.

As audiências com os partidos com representação parlamentar (PSD, PS, Bloco de Esquerda, CDS-PP, PCP, Os Verdes e PAN) são interrompidas por um dia, na terça-feira, em virtude da visita oficial que o primeiro-ministro vai realizar à Região Autónoma da Madeira.

Pela parte do executivo, de acordo com a mesma fonte, a intenção do Governo, a quem cabe a marcação do dia das eleições autárquicas, "é escolher a data que reunir o maior consenso possível" entre as diferentes forças políticas.

Nestas audiências, até agora, tem sido habitual que cada força política indica ao Governo uma data preferencial e outra alternativa.

"O primeiro-ministro quer concluir este processo de escolha da data das eleições autárquicas com a maior antecedência possível para que não haja qualquer ruído. Em 2013, o anterior Governo recebeu os partidos em Julho e as eleições foram marcadas para 29 de Setembro", apontou ainda a mesma fonte do executivo socialista.

 

Disponibilizado valor de 38 mil e quinhentos euros para ajudar a concretizar doze projectos    

A sessão decorreu no auditório do Quartel-Sede dos Bombeiros Voluntários de Estarreja

A Air Liquide, APQ, CIRES, CUF-QI e Dow Portugal, empresas químicas do PACOPAR - Painel Consultivo Comunitário do Programa Atuação Responsável - entregaram hoje apoios financeiros no valor de 38 mil e quinhentos euros para ajudar a concretizar doze projectos de índole social em Estarreja.

O PACOPAR foi formado em 2001, pelas cinco empresas do Complexo Químico de Estarreja, às quais entretanto se juntaram organismos concelhios e distritais dos serviços de saúde, educação, segurança e protecção civil, bem assim como a Câmara Municipal de Estarreja e a Associação Portuguesa das Empresas Químicas.

Tem por missão actuar de modo positivo e proactivo na comunidade, no sentido de incrementar a parceria, a confiança e crescimento mútuos, trabalhando em acções conjuntas.

Os apoios financeiros hoje entregues vão beneficiar doze entidades que actuam nas áreas da educação, protecção civil, apoio social à infância, à terceira idade, a pessoas com deficiência e ainda na área do desporto.

As subvenções integram o programa anual de apoios financeiros do PACOPAR e permitem ajudar escolas, IPSS´s e entidades públicas a concretizar projectos cujo objectivo é o de contribuir para a melhoria de diversas áreas de intervenção social em Estarreja.

Pedro Gonçalves, director-geral Industrial da Cires e actual responsável do secretariado do PACOPAR, referiu que “entre os contemplados estão projectos educativos inovadores e diversas acções em instituições de solidariedade social”

Acrescentou ainda que “continuamos também a salvaguardar o apoio à área da protecção civil, por ser crucial no âmbito do PACOPAR”.

Segundo o mesmo responsável, é objectivo do Painel Consultivo Comunitário que estes apoios  venham no futuro a privilegiar mais as áreas que demonstrem uma preocupação de inovação, investigação, desenvolvimento e sustentabilidade ambiental.

As entidades contempladas este ano foram os agrupamentos de Escolas de Estarreja e de Pardilhó, a Associação de Solidariedade Estarrejense, os Bombeiros Voluntários de Estarreja, o Centro Social e Paroquial São Tomé de Canelas, o Centro Paroquial de Assistência da Freguesia de Pardilhó, o Centro Social e Paroquial S.Miguel de Fermelã, a Cerciesta, a Câmara Municipal de Estarreja, a Conferência Vicentina São Martinho de Salreu, a Saavedra Guedes e a Santa Casa de Misericórdia de Estarreja.

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