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Em 13 de Junho de 1999 foi criada, em Estarreja, a pista de BMX- AMUPB                   

Em 13 de Junho de 1999 foi criada na Associação dos Moradores Urbanização Póvoa Baixo (AMUPB), Estarreja, a pista de BMX.

Com a construção desta infraestrutura desportiva, a AMUPB deu então um passo importante não só na divulgação da modalidade, mas também na dinamização da mesma.

O desporto, praticado com bicicletas especiais, uma espécie de corrida em pistas de terra, foi mantido na pista da AMUPB de 1999 a 2001, período em que foram realizadas diversas provas do calendário da Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC).

Ao fim deste período de actividade, a modalidade viu-se confrontada com a falta de pessoas interessadas em dar continuidade ao projecto da Pista de Estarreja, o que resultou na paragem desta prática desportiva na dita pista que assim passou a funcionar como espaço de recriação e lazer.

Entretanto nos dias 25 e 26 de Maio de 2013, foi levado a efeito o primeiro troféu Cidade de Estarreja em BMX, o que coincidiu com o retomar da actividade na pista da Urbanização da Póvoa de Baixo-Estarreja, desporto já com o estatuto de modalidade olímpica, obtido nos jogos olímpicos de 2008.

Mais tarde, a 10 e 11 de Maio de 2014, a Taça de Portugal de BMX visitou Estarreja e a “BMX- AMUPB” apresentou-se em prova, com equipa própria, tendo sido até então esta a maior conquista da colectividade em termos desportivos.

Na preparação da época de 2015 a “BMX AMUPB” adquiria duas bicicletas novas. É o ano em que a equipa participa na Taça de Portugal de BMX e no Campeonato Nacional. Fez a primeira época regular com a formação de atletas com potencial.

Foi igualmente a primeira saída da equipa, desta feita a Setúbal, Forninho, em Março de 2015.

Outras provas se seguiram, com a equipa a competir na Quarteira, em Abril de 2015, e também a chegada dos  primeiros pódios.

Em Maio do mesmo ano, mais um evento da Taça de Portugal em Estarreja.

Vieram depois as provas em Lisboa e Figueira da Foz, sempre com pódios para a representação da “BMX AMUPB” .

Em resultado da performance de Luís Frazão e de João Paulo, na época de 2015, estes atletas são chamados à selecção Nacional de BMX para treinos de preparação no início de 2016.

Já durante a época de 2016 repetiu-se a participação na Taça de Portugal e Campeonato Nacional. 

Ainda como prémio à performance de Luís Frazão, na época de 2016, o atleta volta a ser chamado à selecção Nacional de BMX para treinos de preparação, com um grupo restrito de cadetes, no início de 2017.

Entretanto a pista da AMUPB ficou ultrapassada por outras que apresentavam melhor qualidade e não foi possível organizar qualquer outra prova em Estarreja.

Os responsáveis pela colectividade estão atentos ao futuro e, segundo os mesmos, “a seção de BMX da AMUPB espera elevar o nível da modalidade praticada em Estarreja e com isso melhorar a posição no Ranking Nacional”. 

“Para conseguir esta missão é necessário continuar a formação de jovens e fidelizar os atuais. A forma como poderemos alcançar este desígnio passa pelo cumprimento de muitos objetivos, sendo os principais a reorganização da equipa de forma sustentável em estreita ligação com as autarquias, melhorar a pista de forma a voltar a ter condições no panorama Nacional e criar, em conjunto com Coimbra e Figueira da Foz, um circuito regional competitivo”.

 “A curto prazo e como condição para crescimento precisamos pequenos investimentos. A saber: capacidade da escola de BMX interagir com a comunidade de forma a potenciar uma relação familiar e de interajuda; do ponto anterior surgirão os recursos necessários, de forma sustentada, para um melhor apetrechamento dos atletas pilotos e maior capacidade competitiva; como suporte básico precisamos melhorar a pista de BMX no sentido de aumentar a qualidade do treino e continuar a atrair a realização dos eventos Nacionais. Os custos não são elevados e compensarão a muito curto prazo”, refere ainda a Direcção da secção de BMX da AMUPB.

Como forças impulsionadoras e apoiantes do desenvolvimento da modalidade na AMUP, a Direcção da colectividade faz questão de realçar a colaboração da Câmara Municipal de Estarreja, da própria equipa, que ano após ano conquista experiência e conhecimento, não deixando de sublinhar a certeza de que o BMX em Estarreja faz falta pela função de integração e inclusão de jovens desenquadrados das outras modalidades.

A história da “BMX-AMUPB” fica igualmente contada em https://www.facebook.com/BMX-amupb-305805352878611/

 

 

Em tarde de muita chuva, C.D.E  1 – 0 Águeda                                 

(Vitor Valente-RVR)  Vítor Hugo desferiu pontapé fortíssimo. De raiva. João Figueiredo sacudiu como pôde, para canto. 

Belinha bateu na direita e o trinco João Pedro descobriu que afinal tinha a chave na cabeça. Elevou-se e desferiu o golpe fatal. Noventa e três minutos. Pouco depois. Augusto Costa, indicou o caminho dos balneários.

Para trás ficavam noventa e dois minutos de equilíbrio. De dúvida. De alguma ansiedade até, de uma equipa que procura sacudir o azar de toda uma época. 

Do outro lado estava uma excelente equipa. A jogar confortável com os pontos já alcançados, a querer também ela vencer mas, sobretudo, a não perder. Com este golpe nada mais poderia fazer. Não havia tempo.

De facto, o empate seria o resultado justo para o desenrolar de uma partida muito táctica. Muito suada. Mais transpiração do que inspiração.

A luta desenvolvia-se sempre a meio campo com demasiada densidade populacional  nesse sector. 

Os caminhos para as duas grandes áreas eram  constantemente travados. Daí, não foi de estranhar não nos lembrarmos de oportunidades de golo.

Mais velocidade ainda assim na segunda metade. Os que entraram, quer num quer noutro lado, acrescentaram algo.

Sobretudo Diego, no Águeda, e Alex Brandão no CDE. 

Mas Miguel Silva e o veterano Bonfim também estiveram bem. A raça e a velocidade do primeiro ajudaram a levar muitas vezes a equipa para os últimos trinta metros 

Já Bonfim marca sempre presença na área e ainda teve oportuninade de cabecear uma bola que no entanto saiu  fraca e à figura. Mas teve também o condão de prender os centrais em terrenos recuados.

Jonathan, teve a melhor ocasião de toda a partida. Conseguiu isolar-se mas atrapalhou-se com a bola e o lance foi interceptado por Samer que desviou para canto. 

Acabou substituído por Bonfim perto do final. 

Belinha esteve em evidência. Lutou, trabalhou e bateu o pontapé de canto da vitória. 

Apesar da importante conquista dos 3 pontos, o CDE não conseguiu aproximação aos adversários mais próximos. 

Cesarense, Gondomar e Mortágua também venceram nesta jornada que marca a passagem para a segunda volta. 

Daí tornar-se vital o próximo desafio. Também ele em casa, também difícil. Com o  Anadia. 

Também ele tranquilo no topo da classificação. Mas o Estarreja gosta de missões difíceis. Sandro Botte pede que os sócios e adeptos aumentem os decibéis  no apoio incondicional à equipa.

Uma palavra positiva para o juiz  de Aveiro. Procurou deixar jogar e nunca foi ao bolso facilmente. 

Pedagógico até em algumas ocasiões. Teve falhas? Quem não as tem? Manteve sempre o mesmo critério  e não quis ser a figura do jogo. O que é esplêndido!

 

Dado a conhecer o trabalho que foi desenvolvido ao longo do último ano                  

(Carla Correia-RVR) A autarquia deu a conhecer o trabalho que foi desenvolvido ao longo do último ano no âmbito deste projecto dedicado à integração social.

Inserido no programa nacional Escolhas, o ESTA INTEGRA E6G é direccionado à comunidade cigana e tem por missão promover a inclusão social de crianças e jovens de contextos socioeconómicos vulneráveis, visando a igualdade de oportunidades e o reforço da coesão social.

O projecto é promovido pela Câmara Municipal de Estarreja, cabendo a sua gestão ao Centro Paroquial e Social de Santa Marinha de Avanca.

Formam ainda o Consórcio o Agrupamento de Escolas de Estarreja, a Comissão de Crianças e Jovens de Estarreja, a CERCIESTA, a Associação de Solidariedade Estarrejense e a Junta de Freguesia de Avanca.

Este projecto inovador no território concelhio teve o seu arranque no dia 1 de Abril de 2016 e vai estar no terreno por mais dois anos.

Com uma vasta comunidade cigana no concelho de Estarreja, João Alegria, Vereador da ação social da autarquia, considera que nem sempre é fácil desenvolver um projecto deste género junto da etnia.

Contudo, sublinhou que aos poucos o ESTA INTEGRA tem vindo a obter resultados muito satisfatórios.

Pedro Barroso, o coordenador do ESTA INTEGRA, falou um pouco mais sobre  a dinâmica deste projecto que, passo a passo, vai alcançado bons resultados junto da etnia cigana.

No concelho de Estarreja existem 11 acampamentos ciganos com cerca de meio milhar de pessoas.

Com usos e costumes muito próprios e uma cultura extremamente fechada, nem sempre é fácil desenvolver um trabalho de inclusão.

Vera Albuquerque, representante do Agrupamento de Escolas de Estarreja, revelou como tem sido essa experiência.

A sessão de apresentação dos primeiros resultados do ESTA INTEGRA reuniu crianças de etnia cigana do 1º ciclo, familiares e público adulto que frequentam os Cursos de Educação e Formação – e entidades do concelho, dando a conhecer os resultados alcançados no seu primeiro ano de funcionamento e tendo ainda a participação activa dos intervenientes diretos em alguns momentos.

 

Estas acções enquadram-se nos procedimentos legais previstos para o efeito                

A Polícia Marítima do Comando-local de Aveiro, no âmbito das suas competências e no desenvolvimento da actividade de vigilância e fiscalização, realizou durante o primeiro trimestre de 2017, cerca de 200 acções de fiscalização na área portuária.

Estas accões de visita de entrada e saída a navios que praticaram o porto de Aveiro estão de acordo com as normas em vigor, cumprindo assim com os procedimentos previstos para o efeito, exercendo desta forma a Autoridade do Estado a bordo.

 Esta é uma das responsabilidades do Estado português perante os navios estrangeiros que visitam os portos nacionais.

Durante estas escalas e por razões de segurança, todos os navios designados como especiais ou aqueles cujas caraterísticas náuticas excedam os limites técnicos, durante o seu trânsito no interior do Porto de Aveiro são sujeitos a um acompanhamento pela Polícia Marítima.

Com o aumento do número de escalas de navios ao porto de Aveiro, a Polícia Marítima tem reforçado as acções de vigilância e policiamento de todo o espaço portuário. 

 

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